Este trabalho apresenta uma análise sobre a situação atual da parentalidade na adolescência.
Buscando compreender sobre o fenômeno da parentalidade (maternidade/paternidade) na
adolescência, discorrendo sobre o conceito de parentalidade e análise das políticas públicas de
saúde voltadas a esses jovens. Para investigar essa problemática, optou-se pela pesquisa
bibliográfica, de natureza qualitativa, exploratória e descritiva. Para isso, pesquisamos vários
artigos, monografias e notícias. Como resultado, observa-se que não é possível apontar se a
parentalidade precoce é uma experiência negativa ou positiva, problema ou momento reflexivo
diante de suas atitudes, pois é preciso pensá-la de forma ampla, como vivência que requer uma
análise para além do senso comum, como fato que detém diferentes pontos a serem pensados e
abordados, considerando o fato concreto em questão. A parentalidade na adolescência é para
estar frente aos estudos, para que os pais e mães desempenhem seu novo papel sendo
compreendidos e reconhecidos e não invisíveis para diversos programas públicos de saúde.
Trata-se de uma questão de saúde pública por proporcionar vários riscos pessoais, sociais e
psicológicos na vida desses jovens e observa-se que o número de adolescentes-pais tem
crescido nos últimos anos e a prevalência de gravidez nessa fase encontra-se entre
adolescentes pobres, negros ou indígenas e com menor escolaridade.