A morte encefálica é definida como perda irreversível da função do encéfalo
e tronco encefálico. Com os avanços tecnológicos e conhecimento científico, foram
proporcionados meios de manter artificialmente a função ventilatória e circulatória desses
pacientes, fazendo com que eles possam ser classificados como um potencial doador de
órgãos. A partir deste contexto, destaca se como relevância para esse estudo, identificar
o conhecimento do enfermeiro acerca da temática de morte encefálica, apontando
condutas indispensáveis na manutenção do potencial doador, assistência à família assim
também como o controle de todas as funções vitais até o momento da doação de órgãos.
Trata-se de uma revisão bibliográfica que visa avaliar a produção científica existente
acerca do tema.