A amamentação constitui uma prática essencialmente importante para estabelecer
uma boa condição de saúde para a criança. A Organização Mundial de Saúde
(OMS) e Ministério da Saúde (MS) preconizam que todas as crianças recebam o
leite materno exclusivamente até o sexto mês de vida e, até os dois anos de idade.
Sabe-se que a introdução de outros líquidos, além do leite materno, nos primeiros
quatro meses de vida da criança, pode interferir de maneira negativa na absorção e
biodisponibilidade de nutrientes. Apesar de todo incentivo e vantagens oferecidas
pelo aleitamento materno, um grande número de mulheres não consegue atingir
essa meta, levando ao abandono e, assim, favorecendo o desmame precoce.
Objetivou-se, assim, identificar, conforme a literatura, em avaliar a percepção das
mulheres acerca dos fatores que interferem na amamentação exclusiva. Trata-se de
uma revisão bibliográfica. Foi realizado o levantamento de artigos através das bases
de dados LILACS, SCIELO e BDENF. A busca de artigos foi realizada nos meses de
setembro e outubro de 2018. Após aplicação dos critérios de inclusão, 10 artigos
compuseram a amostra. Após a leitura e análise minuciosa dos artigos foi possível
dividi-los em três categorias: Caracterização dos periódicos, a importância da
amamentação para o binômio mãe-filho, as principais dificuldades encontradas para
a prática da amamentação. Pôde-se ver que as mulheres mostraram ter
conhecimento quanto aos benefícios do aleitamento exclusivo, porém algumas
tiveram que desmamar precocemente devido ao trabalho, estudo e outros fatores.
Espera-se ainda, que este trabalho possa fornecer subsídio aos profissionais de
saúde, com vistas ao planejamento, implementação e resolução de intervenções
para o aleitamento e a promoção da saúde da mulher e da criança.